quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Livros Lidos em Setembro/2014

Oiie,

Bom, é o seguinte, hoje venho aqui para contar para vocês quais foram os livros que eu li no mês de Setembro.

Vamos lá ?

Comecei o mês terminando dois livros, que foram:

- Azul da cor do Mar, Marina Carvalho (resenha aqui);

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- Extraordinário, R.J. Palácio (resenha aqui);

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Depois a minha troca pelo Skoob tinha acabado de chegar então devorei ... 

- Divergente, Veronica Roth (resenha aqui);

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Então, finalmente eu li o quarto volume de Instrumentos Mortais:

- Cidade dos Anjos Caídos, Cassandra Clare;

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É isso galera, esse mês foram quatro livros, não foi um numero surpreendente mas foi bom até, já que foram livros que eu amei.

Um beijo,

Aline Gomes

P.S: Não fiz resenha de Cidade dos Anjos Caídos, pois depois que eu terminar a série Instrumentos Mortais farei um post explicando se gostei.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Divergente: Filme x Livro

Olá pessoal,

Estou aqui para fazer mais um livro x filme - vocês já conferiram o A Culpa é das Estrelas -, e hoje é sobre o primeiro filme da trilogia Divergente.

Eu assumo que demorei muito muito para ver o filme, mas foi por que eu não tinha lido o livro ainda, e como rege a regra, não dá para ver o filme antes de ler o livro né!

Então começaremos, como vocês já viram já postei a resenha do livro (aqui). 

O que eu tenho a falar do filme, muito bem produzido e escolha dos atores poderia ser melhor ja já falo sobre isso. Mas o cenário, que devia ser muito bem detalhado pois o livro é rico em relação a isso, cumpriu certinho o seu dever e estava perfeito, o jeito que eu imaginava, principalmente como era a Facção da Audácia, tudo tudo muito bem feito.

Agora sim vamos ao atores escolhidos, a Tris (Shailene Woodley) era uma menina muito curiosa e muito corajosa e isso a atriz passou para o publico, mas na minha opinião ela não conseguiu passar totalmente os sentimentos, vou explicar melhor, não sei se por querer mostrar essa coragem para os que estavam vendo o filme que na parte de expressar os sentimentos da personagem a Shailene falhou um pouco por isso creio que se foi pelo script querer focar na coragem e não no sentimentos dela, a atuação foi ótima pois foi a impressão que eu tive, e ai vai o puxão de orelha para o roteirista né!

A escolha que eu achei meio duvidosa foi do ator que fez o Quatro (Theo James), não sei, eu não imaginava ele com a feição que colocaram no filme, para mim ele parecia muito muito mais velho do que 19 anos, e muito mais rígido, creio que poderia ter escolhido melhor quem fazer, mas não pelo desempenho do ator que foi espetacular, mas sim pelas características físicas que não condiz muito bem com o do livro, no meu ponto de vista.

Fora isso, como já havia dito o filme foi muito bom, não fugiu em nada do livro, não mudou nada drasticamente, e o resto dos atores estão de parabéns. 

Bom gente foi isso, um filme e um livro indicadíssimo, e eu espero que a minha opinião sobre os atores mude por que querendo ou não eles são ótimos no que faz e me dá muita pena quando eu não gosto :/.

Esperemos por Insurgente que a estreia será 19 de março de 2015, até lá morreremos de curiosidade para ver como ficou.

Beijo,

Aline Gomes

domingo, 5 de outubro de 2014

Resenha #18 - Divergente, Veronica Roth

Divergente, escrito por: Veronica Roth. Editora: Rocco. 504 páginas.

Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.
E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Fonte: skoob.com

Aqui vos escreve uma pessoa fascinada por distopias, ainda mais uma igual Divergente cujo tem muitos detalhes e o enredo fascinante.

A história é muito bem montada, uma coisa se encaixa com a outra, e é como se tivesse quatro cidades dentro de uma só, pois cada facção tem o seu modo de viver, mas em alguns momentos eles interagem uns com os outros. Isso que eu gostei, pois não é proibido a convivência entre eles, mas um lema tem que ser seguido acima de tudo: Facção antes do sangue.

Os personagens são únicos, cada um tem a sua característica em particular, e o interessante é que não deveria ser assim, todos que vivem na mesma facção tinham que ter a mesma personalidade, mas não é isso que eu vi, dá para perceber que alem da facção eles ouvem muito o coração, quebrando o lema acima proposto.

A Veronica na hora de escrever Divergente não nos poupou de fortes emoções, e não teve medo de matar personagens que creio que ao decorrer do livro os leitores criaram um laço forte, só não concordei com uma morte em especial, achava que o personagem tinha um ótimo potencial -mas não vou falar aqui, pois seria spoiler e dos grandes- , mas se assim quis Roth assim será kk.

As facções é o diferente da história, pois em cada uma é um modo de se levar a vida diferente e isso necessitou de muita criatividade do lado da autora, já que são jeitos bem diferentes e autênticos. 

Ansiosa e muito para continuar, sei que estou muito atrasada mas antes tarde do que nunca né! 

Nota: 4,5 estrelas

Até mais,

Aline Gomes

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Resenha #17 - Extraordinário, R.J. Palacio

Extraordinário, escrito por: R.J. Palácio. Editora: Intrínseca. 320 páginas.

August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade - um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.

Fonte: skoob.com

Auggie um menino como qualquer outro, por dentro é assim, mas por fora a história é bem diferente, por conta de sua doença rara que deformou o seu rostinho ele teve que lidar com várias situações constrangedoras, mas isso não o afetou, mas sim deu coragem para continuar, e seu maior passo? Ir para a escola, como uma ovelha indo para o abate.

Sua mãe achava que já estava na hora de ir, pois a educação que ela dava em casa já não era o suficiente. 

Os personagens são bem verdadeiros nas passagens deles, expressam o que realmente acham sobre conviver com Auggie, até mesmo sua irmã Olivia, fala sobre a barra que é ter um irmão especial, mas isso não faz a família desistir de dar ao August uma vida normal, na medida do possível.

O livro é um tapa na nossa cara. Nós seres humanos perfeitos mas que reclamamos por uma unha quebrada ou por uma coisinha de nada que não deu certo. Agora aquele menino que tinha tudo para detestar a vida, está ali firme e forte, para mostrar para qualquer um que ele é feliz e que não é uma deformação em sua face que vai mudar isso.

Nos faz aprender a dar valor a vida que temos, e não julgar o outro pela a aparência, pois por trás de um rosto que talvez não seja bonito tem uma pessoa extraordinária.

Amei, amei o livro. A R. J. nos faz refletir sobre os nossos princípios e atitudes e isso é muito importante para nos tornarmos pessoas melhores, nesse mundo que creio eu ainda tem salvação.

Acho que todos devia ler ele, para parar pra pensar um pouco e quem sabe mudar um futuro próximo da nossa sociedade.

Nota: 1000 estrelas.

Beijão,

Aline Gomes.