segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Resenha #19 - Insurgente, Veronica Roth

Insurgente, escrito por: Veronica Roth. Editora: Rocco. 512 páginas.

Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama - e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. 

Fonte: skoob.com



Depois de Divergente eu sinceramente não sabia o que esperar de Insurgente, pois o primeiro livro foi tão completo e tão bem fechado que eu fiquei pensando, o que a autora vai colocar em mais dois livros? Pois bem, aqui estou para lhe comunicar caro leitor - kkk -, que ela poderia e colocou muita mas muita coisa nesse segundo livro.

Como eu não tinha muita expectativa em relação a essa trilogia tudo que aconteceu, toda o drama envolvido nesse segundo volume, foi muito surpreendente para mim. E só tenho uma palavra para descrever esse livro: Revolucionário.

Uma característica da Veronica que eu só descobri nesse livro é que ela tem uma enorme capacidade de criar novos personagens, o mais interessante desse livro foi os inúmeros novos personagens que ela criou, e não eram 'pessoas' superficiais, eles eram muito bem construídos com características ressaltadas e com muitas particularidades. Mas alem de ela criar novos, ela resgatou vários outros que no primeiro volume poderiam ter passado despercebidos, um bom exemplo desses personagens foi o próprio irmão da Tris, o Caleb.

Para mim parecia que Divergente era um passado muito muito distante, mas que na verdade eram acontecimentos de poucas semanas, que pela riqueza de detalhes e de acontecimentos, acabam parecendo que faziam anos.

A problemática desse livro foi perfeita, inimaginável e intrigante. A autora conseguiu destruir e reconstruir um novo mundo várias vezes em um mesmo livro. Só aplausos para a criatividade de Veronica Roth.

Como todo o livro, a relação da Tris e do Quatro também tomou um rumo bem inesperado, e foi o quesito que mais me surpreendeu, pois fugiu bem do senso comum, e mostrou que realmente essa trilogia é uma distopia e não um romance a lá Nicholas Sparks.

Como não poderia ser diferente:

Cinco estrelinhas


Um beijo,

Aline Gomes.

P.S: Esperando ansiosamente para Março de 2015, para ver esse espetáculo nas telonas.

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